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Dorival Discos / Esquina Cultural
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Mundo Cristão – Bíblias de Estudo / Megaleitores
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Lista Fuvest 2017 – 2018 – Megaleitores
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Feirão do Vinil na Esquina Cultural
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Parceria Dorival Discos e Esquina Cultural
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Esquina Cultural oferece livros didáticos e paradidáticos com descontos de até 70%
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Mangás
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Coleção Clássicos Abril
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A História do Repórter Esso (Livro)
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Sebo João Batista

Dorival Discos / Esquina Cultural

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Mundo Cristão – Bíblias de Estudo / Megaleitores

A Nova Versão Transformadora (NVT) resgata o prazer na leitura da Bíblia Sagrada,

https://megaleitores.com.br/assuntos/livros/religiao

  • A Bíblia da Mulher Que Ora - Rosa
  • Bíblia Devocional do Casal - As Linguagens do Amor vemelha
  • Bíblia Devocional do Casal - As Linguagens do Amor
  • Bíblia de Transformação Pessoal - Luxo Marrom
  • Bíblia de Estudo Facilitado - vermelha Yancey,Philip Stafford, Tim
  • Bíblia de Estudo Desafios de Todo Homem - Verde - Ra
  • livro A Bíblia da Garota de Fé - Roxa
  • A Bíblia de Estudo Anotada - Expandida - Marrom Escuro Claro
  • Bíblia de Estudo - Perguntas & Resposta + Livro Grandes Eventos da Bíblia
  • livro biblia de estudos perguntas e respostas

Lista Fuvest 2017 – 2018 – Megaleitores

Lista Fuvest 2017 – 2018

https://megaleitores.com.br/categorias/livros

Iracema ‐ José de Alencar
Memórias póstumas de Brás Cubas ‐ Machado de Assis
O cortiço ‐ Aluísio Azevedo
A cidade e as serras ‐ Eça de QueirósF
Vidas secas ‐ Graciliano Ramos
Minha vida de menina ‐ Helena Morley
Claro enigma ‐ Carlos Drummond de Andrade
Sagarana ‐ João Guimarães Rosa
Mayombe ‐ Pepetela
Minha vida de menina – Helena Morley
Coração, Cabeça e Estômago – Camilo Castelo Branco
Caminhos Cruzados – Érico Veríssimo

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Parceria Dorival Discos e Esquina Cultural

http://megaleitores.com.br/assuntos/livros/musica

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Com um enorme acervo de Lps, Cds, DVDs e compactos, o Espaço Esquina Cultural Dorival Discos pretende se tornar o ponto de encontro perfeito para os fãs de música, com diversidade de títulos, nos mais variados estilos e a preços módicos.

Localizado no coração de São Paulo – entre a praça da Sé e o Fórum João Mendes – o sebo Esquina Cultural já se tornou um ponto tradicional e visita obrigatória para os colecionadores de livros, quadrinhos e discos que passeiam pelo centro. Sempre de olho na melhor forma de atender, oferecer comodidade e conforto aos seus clientes, a livraria inova com uma nova proposta: o Espaço Esquina Cultural Dorival Discos.

Localizado nos fundos da loja, o espaço é uma parceria do sebo com a loja Dorival discos. Trata-se um espaço de convivência aberto aos freqüentadores da loja e voltado, principalmente ao público consumidor de musica. Contando com um acervo de 20 mil LPs, 10 mil compactos e 10 mil CDs, o Espaço Esquina Cultural oferecerá discos, CDs e DVDs, dos mais variados estilos e artistas, alguns raros, inclusive, a preços módicos, a partir de 3 reais.

Como a ideia central é tornar o espaço um ponto de encontro para aficionados e cultores da boa musica, literatura, o anexo é equipado com um pequeno bar, onde os freqüentadores poderão comprar bebidas, tomar um café e acessar a internet, pois a loja está equipada Wi-fi livre para seus clientes.

Mais que uma loja de discos o Espaço Esquina Cultural Dorival Discos pretende se tornar um ambiente social confortável, onde seus freqüentadores possam se sentir à vontade, promovendo, assim, o encontro entre pessoas com afinidades.

 

Serviço:

Espaço Esquina Cultural Dorival Discos

Endereço: Rua Quintino Bocaiuva, 309 – Sé

São Paulo – SP

Tel.: (11) 3101-8811

Esquina Cultural oferece livros didáticos e paradidáticos com descontos de até 70%

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Esquina Cultural oferece livros didáticos e paradidáticos com descontos de até 70%

Localizada no Centro de São Paulo, a livraria possui acervo e diversidade de títulos a preços acessíveis a pais e alunos, além de oferecer a opção de troca.

 

O ano começa e com ele vem as listas de livros e materiais escolares que esquentam as cabeças de pais e alunos de todo o país. Em tempos de crise, com os altos preços das livrarias que vendem livros novos, a opção por comprar livros usados pode garantir uma grande economia no orçamento familiar.

Sabendo disso, a livraria Esquina Cultural representa uma das mais vantajosas e econômicas opções no segmento.

Com um acervo de cerca de 4 milhões de livros didáticos e paradidáticos atuais e em bom estado de conservação, numa ampla variedade de títulos, disciplinas e áreas de conhecimento, a livraria é garantia de encontrar a livro que o cliente busca por um preço justo, com descontos de até 70%.

São obras pedidas no currículo escolar brasileiro de todas as disciplinas, incluindo português, inglês, matemática, história do Brasil e história universal, literatura, geografia, ciências e demais temas, além de séries como Coleção Conect, Moderna Plus.

Além de contar com todos os clássicos da literatura e universal, na área de paradidáticos, é possível encontrar volumes das coleções Série Vagalume, Reencontro, Para Gostar de ler, Diário de Um Banana, além dos títulos da Penguin Readers para o ensino de Inglês.

Além de descontos e preços acessíveis, a Esquina Cultural também oferece a opção de troca.

Estando localizada num ponto de fácil acesso na cidade de São Paulo, ao lado da praça da Sé e contar com uma incrível variedade de títulos, a preços justos e em grande quantidade, a Esquina Cultural pode ser a primeira e mais acertada opção para pais e alunos em busca de economizar nas despesas escolares na abertura do ano letivo. Faça uma visita.

 

Serviço:

 

Esquina Cultural

Endereço Rua Quintino Bocaiúva, 309 – Sé

São Paulo – SP

CEP 01004-010

Tel.: (11) 3101-8811

 

 

Mangás

http://megaleitores.com.br/assuntos/livros/quadrinhos

Com mais de 50 mil títulos disponíveis em seu acervo, o sebo Esquina Cultural é o verdadeiro Paraíso dos fãs de mangás a preços acessíveis.

Nome dado ao estilo japonês de produzir quadrinho, o mangá é bem mais antigo do que muita gente pensa, se sairmos em busca de suas origens teremos de voltar ao Japão do período feudal, onde encontraremos a tradição, ainda viva, do Teatro das Sombras (Oricom Shohatsu).

Tipo de espetáculo teatral com marionetes, muito comuns em feiras e festividades populares, suas tramas e narrativas recontavam lendas ancestrais e jornadas heroicas. Essas mesmas lendas passariam a ser difundidas, a partir do século 18, em rolos de pinturas com histórias em sequência.

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A palavra mangá teria sido utilizada pela primeira pelo artista Rakuten Kitazawa (1876-1955) e passaria a ser difundida entre o final do século 18 e início do 19, com a publicação de obras como Shiji no yukikai (1798) de Santō Kyōden, e em obras como Manga Hyakujo de Aikawa Minwa (1814) e os célebres livros Hokusai Manga (1814-1834) contendo desenhos variados a partir de esboços do famoso artista de ukiyo-e Katsushika Hokusai.

De lá pra cá, as histórias, com um traço característico do desenho japonês e em sequências de páginas lidas de trás para a frente, conquistaram os corações e mentes de crianças e adultos em seu país de origem e, cada vez mais, tornam-se febre entre os aficionados do ocidente.

No Brasil os mangás japoneses possui um verdadeiro exército de seguidores e adeptos, desde que por aqui aportaram as versões anime dos clássicos de Osamu Tesuka – considerado o Walt Disney japonês –, em meados dos anos sessenta. Mas foi a dedicação e profissionalismo de editoras como a Conrad, que lançaram por aqui personagens populares como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Yu-Gi-Yo e outros, que o gênero realmente explodiu.

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Com um acervo de mais de cinquenta mil títulos disponíveis, incluindo séries completas e números raros de Evangelion, Slam Dunk, Angry, Vagabond e Yuki, além de personagens populares como Dragon Ball Z, Cavaleiros do Zodíaco, Yu-Gi-Yo e Pokemón, além dos demais citados acima, a livraria Esquina Cultural é o paraíso para os fãs e admiradores do mangá, a preços acessíveis.

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Serviço:

Acervo Mangás – Esquina Cultural
Endereço Rua Quintino Bocaiúva, 309 – Sé
São Paulo – SP
CEP 01004-010
Tel.: (11) 3101-8811

Coleção Clássicos Abril

http://megaleitores.com.br/assuntos/livros/literatura-estrangeira

Composta de 80 títulos, em três formatos com capa dura, a coleção Clássicos Abril foi editada no Brasil durante os anos 70, reunindo os maiores clássicos da literatura universal.

Em meados dos anos 70, o mercado editorial brasileiro foi agraciado com uma das mais belas e importantes coleções de livros: Clássicos Abril. Na época, o empresário e um dos nomes mais importantes para o mercado editorial brasileiro vinha surfando no sucesso de sua editora e, ao mesmo tempo, tendo problemas com a disputa pela direção dos segmentos editoriais por seus filhos e, mesmo assim teve tempo para assumir a responsabilidade, como editor, para pôr em andamento um dos mais ousados projetos de sua história.

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A ideia era lançar, a preços acessíveis, obras consagradas e verdadeiros clássicos da literatura brasileira, como Grande Sertão Veredas, de Guimarães Rosa, e internacional, como Oliver Twist, de Mark Twain, Ulisses e Retrato do Artista Quando Jovem, de James Joyce, entre outros, em belas edições, traduzidos por nomes de peso, com qualidade editorial impecável, com capa dura, títulos em relevo dourado e em quatro formatos distintos: 17,5 x 25,5 cm, 16,5 x 23 cm, 13,5 x 20,5 cm e 12,5 x 17,5 cm.

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Verdadeiro sucesso na época de seu lançamento, a coleção Clássicos ainda hoje é cobiçada como item de colecionador não só por seu valor cultural – a coleção foi além da publicação de clássicos obrigatórios como a Odisséia de Homero ou o Dom Quixote de Servantes, mas também da poesia com títulos como As Flores do Mal de Charles Baudelaire; e o teatro, como a tradução de Um Bonde Chamado Desejorealizada por Flávio Rangel –, mas também por seu valor estético.

Composta de 80 volumes, os livros que formam a coleção enriquecem mais do que o intelecto e a sensibilidade de seus leitores, devido a seu conteúdo, mas também o senso visual, devido à beleza de seu acabamento, que faz com que cada volume seja muito disputado como objeto cênico para filmes e peças de teatro ou objeto decorativo para uma estante.

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O sebo Esquina Cultura possui em seu acervo o série completa dos livros lançados pela coleção que fez história, sendo passagem obrigatória para quem busca aquele desejado volume que falta a sua coleção ou mesmo a coleção completa, inclusive, o raro volume Oliver Twist.

 

Serviço:

 

Esquina Cultural

Endereço Rua Quintino Bocaiúva, 309 – Sé

São Paulo – SP

CEP 01004-010

Tel.: (11) 3101-8811

A História do Repórter Esso (Livro)

Reporter Esso

https://megaleitores.com.br/assuntos/livros/comunicacao

 

Testemunha ocular da história

 

Síntese noticiosa que revolucionou o jornalismo de rádio, O Repórter Esso completa 70 anos desde sua primeira transmissão no Brasil. Para comemorar a data, sua trajetória é revista em livro

Por César Alves

 

Considerado um marco no processo evolutivo do radiojornalismo mundial, O Repórter Esso estreou no Brasil há mais de 70 anos, em 28 de agosto de 1941, com transmissão da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Para registrar a data, a ediPUCRS (editora da PUC, do Rio Grande do Sul) – em coedição com a Editora Age – lançou o livro O Repórter Esso – A Síntese Radiofônica Mundial que Fez História, de Luciano Klockner, que relata os 27 anos em que o programa foi ao ar no País. Acompanhado de um CD de áudio com as principais edições do noticioso, a publicação faz uma análise do papel da mídia e sua influência política e social durante alguns dos momentos mais emblemáticos do Brasil no século 20.

Surgido nos Estados Unidos em 1935, o Esso foi criado pela Standard Oil, também conhecida como Esso ou Exxon, como misto de serviço de utilidade pública e instrumento de marketing, visando divulgar seus produtos e aproximar a empresa de seus consumidores. No Brasil, chegou a reboque como parte da “Política de Boa Vizinhança”, campanha encabeçada pelo governo americano para seduzir corações e mentes, pouco depois de sua entrada na Segunda Guerra Mundial.

O programa praticamente moldou o jornalismo radiofônico produzido no País a partir de então. Antes, a divulgação de notícias pelo rádio limitava-se à leitura de manchetes de jornais. A novidade ganhou reconhecimento imediato e, em pouco tempo, o programa passou a ser reproduzido quase em rede nacional.

Com a entrada do Brasil na Segunda Guerra, o público ansiava por notícias que eram trazidas direto do front, poupando as pessoas da espera até o dia seguinte para ler os fatos nos jornais. Apesar do bordão “testemunha ocular da história”, poucas vezes o “repórter” esteve in loco – uma das raras exceções foi a transmissão ao vivo direto de Brasília no dia do lançamento do programa. Todo o conteúdo era fornecido por agências de notícias.

Seja como for, a credibilidade do programa era imbatível. Entre as inovações, está o fato de ter sido o primeiro a editar um manual de redação.

Em 1957, a campanha massiva contra a estatização do petróleo brasileiro acabou por gerar uma investigação, que revelou um esquema de tráfico de influência envolvendo a Esso e a Shell, colocando em descrédito o noticiário. O evento marcou a fase de declínio do programa. Com a chegada da TV, o programa teve de se adaptar. Assim, foi parar na mídia televisiva. Mas o golpe de 1964 representou o canto do cisne para o programa. Em um dos primeiros atos de censura, o Esso foi impedido pela primeira vez de ir ao ar no dia 1o de abril daquele ano. Tentou resistir, mas o tiro de misericórdia foi dado com a instauração do AI-5. No último dia de 1968, o Esso fez sua derradeira transmissão – na TV, seus boletins ainda foram veiculados até 1970.

O noticiário chegou ao fim após uma campanha da Esso e demais petrolíferas multinacionais contra o programa do governo O Petróleo é Nosso, na década anterior. Uma CPI descobriu somas de dinheiro pagas pelos departamentos de marketing das entidades em troca do apoio de jornais. A condenação da companhia atingiu o programa, abalando sua credibilidade. Após o golpe, a marcação cerrada dos órgãos do governo no controle da informação tornou ainda mais difícil a continuidade dos boletins veiculados pelo programa.

 

Publicada originalmente na revista Brasileiros

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