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Lista Fuvest 2018

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Iracema – José de Alencar;
Memórias póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis;
O cortiço – Aluísio Azevedo;
A cidade e as serras – Eça de Queirós;
Minha vida de menina – Helena Morley;
Vidas secas – Graciliano Ramos;
Claro enigma Carlos Drummond de Andrade;
Sagarana – João Guimarães Rosa;
Mayombe – Pepetela

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Musas da MPB

Musas da MPB – Primeira Parte

 

A música popular brasileira sempre foi riquíssima de compositoras e interpretes femininas. De Chiquinha Gonzaga a Anita – e aqui, é preciso entender que não há a intenção de comparar as obras das artistas citadas ou mesmo a importância, qualidade ou qualquer outra característica que, muitas vezes, está mais relacionada ao gosto e opinião de quem ouve a musica do que qualquer outra coisa –, o número de mulheres que deram sua contribuição na construção de um patrimônio musical (pop)ular nacional é enorme.

São tantos os nomes, são tantos os gêneros e tantas as vozes que é praticamente impossível falar sobre as musas da MPB num único artigo. Portanto, este é apenas o primeiro dos muitos textos sobre o tema que iremos disponibilizar aqui.

Para dar início à série em grande estilo, escolhemos Maria Bethânia, Elis Regina e Gal Costa, três das mais importantes cantoras surgidas na década de 1960; as três com trajetórias, características, estilos, vozes e performances interpretativas muito distintas, que dividiram os palcos num mesmo período, cada uma delas desempenhando seu papel – como artistas e também protagonistas de um período histórico conturbado –, transbordando talento, originalidade e, porque não dizer, muita coragem.

Maria Bethânia – Baiana de Santo Amaro, Bethânia teve seu despertar artístico impulsionado quando ainda era muito jovem, influenciada pelo teatro e pela poesia, quando ainda vivia em sua cidade natal. Mas foi em 1965, quando se mudou para o Rio de Janeiro, que sua carreira musical realmente começou. A princípio, apenas como substituta da cantora Nara Leão no espetáculo Opinião. Sua capacidade interpretativa e voz inigualável, ao interpretar as canções do repertório, foram o bastante para que seu nome logo ganhasse a atenção da crítica e público e, no mesmo ano, assinou contrato com a gravadora RCA, lançando seu homônimo álbum de estréia.

Dona de uma discografia – todos disponíveis no Feirão do Vinil – e protagonista de shows inesquecíveis, Maria Bethânia já vendeu mais de 26 milhões de discos, durante uma carreira que ultrapassa cinco décadas, sempre citada entre as maiores interpretes brasileiras.

Elis Regina – Muitas vezes citada como uma das – senão “a” maior – maiores cantoras que o Brasil já produziu, Elis Regina nasceu em Porto Alegre e ganhou notoriedade nacional ao se mudar para o eixo Rio-São Paulo, cantando em pequenos palcos de bares e restaurantes, chamando a atenção de compositores, produtores e diretores musicais e televisivos que freqüentavam os locais.

Talvez a mais cultuadas das interpretes femininas brasileira, mais do que sua morte prematura em 1980, o culto à Elis Regina vem de seu imenso talento e versatilidade, que a fez ser comparada – não sem razão – a nomes como Ella Fitzgerald, Billie Holliday e Sarah Vaughan. Foi musa da Bossa Nova, da Canção de Protesto e até da reabertura política (sua gravação de “O Bêbado e o Equilibrista” é até hoje visto como hino da redemocratização do país), além de dar oportunidade e revelar jovens compositores e interpretes, como os mineiros do Clube da Esquina e Milton Nascimento, para ficarmos em apenas alguns.

Gal Costa – Natural de Salvador, Gal Costa despontou como parte do grupo baiano, liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, nos anos 1960. Tendo como mentor e principal influência João Gilberto e a bossa nova como gênero escolhido para dar início a sua carreira musical, tornou-se musa definitiva da Tropicália e do Desbunde Contracultural brasileiro da década de 70.

Sua voz marcante, que vai da leveza quase sussurrada ao grito visceral, capacitando-a de interpretar desde sambas e bossa nova até o mais estridente e lamentoso blues, se tornou marca registrada de uma época. Mas foi também a ousadia, atitude e versatilidade, expressas nas suas apresentações ao vivo e, principalmente em álbuns como “Fa-Tal” que a tornaram uma das mais festejadas estrelas de nossa música.

O Feirão do Vinil possui em seu acervo todos os discos (vinil ou CD) das musas da MPB – incluindo raridades, como o raro compacto de Gal Costa interpretando “70 neles”, marcha em apoio à Seleção Brasileira na Copa de 1986, sucesso do carnaval daquele ano.

Clássicos da Literatura Infantil no Esquina Cultural

Clássicos da Literatura Infantil no Esquina Cultural

 

A Literatura Infantil está bem representada nas prateleiras do sebo Esquina Cultural. Contando com milhares de títulos em seu acervo, que vão desde os contos de fadas dos Irmãos Grimm aos inesquecíveis textos de Monteiro Lobato, a livraria pode se orgulhar de disponibilizar qualquer livro do segmento infantil e infanto-juvenil que seus clientes possam requisitar.

Um dos destaques fica por conta da saudosa coleção de clássicos de literatura infantil da editora Abril. Eram obras ilustradas, encadernadas e com capa dura, trazendo alguns dos mais relevantes textos do seguimento como As Aventuras de Tom SawyerTom JonesO Pequeno LordeDom QuixoteOliver TwistRei Arthur e Seus Cavaleiros e etc.

As capas coloridas, em cores vibrantes, aliás, também ofereciam um destaque nas estantes como decoração dos quartos infantis.

Clássicos universais como Alice no País das Maravilhas e O Pequeno Príncipe estão disponíveis nas mais variadas edições, traduções e, inclusive, em sua língua original, caso o leitor se interesse. Além de diversas e inesquecíveis coleções das editoras Ática, Scipione, Moderna e Melhoramentos. Todos em ótimo estado, excelente conservação e baratos.

Outro destaque são os clássicos da Literatura Infantil dos mestres no gênero no Brasil. Além da obra completa de Monteiro Lobato, o sebo Esquina Cultural possui em seus estantes os inesquecíveis títulos de Ziraldo, Ruth Rocha e Tatiana Belinky.

Rilke e Lou-Andreas Salomé, Sartre e Beauvoir, Miller e Anais Nin e outros casais das letras no Esquina Cultural

Rilke e Lou-Andreas Salomé, Sartre e Beauvoir, Miller e Anais Nin e outros casais das letras no Esquina Cultural

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Lou-Andreas Salomé, não dava muito crédito ao talento de seu jovem amante e aspirante a poeta, quando – aos 36 anos, casada e com o consentimento do marido – deu início ao caso com o ainda desconhecido e muito mais jovem, Rainer Maria Rilke. Na época a bela, inteligente e libertária Salomé já havia sido a terceira parte de uma tríade sexual e amorosa, cujos outros dois amantes célebres eram o filósofo Friedrich Nietzsche e Paul Reé e escandalizava a sociedade de sua época com seus escritos e idéias de mulher a frente de seu tempo – rezam as más línguas que o filósofo do martelo teria saído da relação aos pedaços, Salomé foi a Lilith que destroçou o coração do “homem que matou Deus”.

Mais madura e com uma carreira e trajetória definida, mesmo Salomé, talvez não pudesse imaginar que aquele relacionamento iria ultrapassar o ardor da alcova, evoluindo para uma parceria amorosa e criativa, num matrimônio que refletiria nas obras de ambos. Um casamento que desafiaria as convenções. Artisticamente, íntimo e limitado a cumplicidade do casal, e, do ponto de vista sexual, aberto a diversos parceiros, com o conhecimento e consentimento de ambos.

Esta e outras histórias de cinco casais avant-la-lettré, todos formados por artistas e intelectuais respeitados, cujos relacionamentos desafiaram as convenções e puseram em dúvida a sacralidade do casamento, fazem parte do fascinante e delicioso Amores Modernos, livro de Daniel Bullen que acaba de chegar às livrarias brasileiras pela editora Seoman.

A obra estuda as relações de Lou Salomé e Rainer Rilke; Georgia O´Kieffe e Alfred Ztieglitz; Frida Khalo e Digo Rivera; Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir e Henry Miller e Anais Nin, analisando o reflexo que a maneira por eles escolhida para conduzir suas vidas, tanto afetiva, quanto íntima, teve sobre suas obras e até que ponto tais artistas e seus modos de vida estavam à frente de seu tempo e em sintonia com o comportamento amoroso de casais contemporâneos – principalmente nos casos de Sartre e Beauvoir e Henry Miller e Anais Nin, cujas relações foram inspiração para muitos dos casais surgidos pós-Revolução Sexual e Contracultura.

O autor diz que o ponto de partida para seu estudo tem origem na diversidade de acordos, cumplicidades, limites e formas estabelecidas por casais contemporâneos para conduzir suas relações amorosas que atualmente, mais do que nunca, se distancia do formato familiar tradicional do matrimônio civil e religioso, sob as bênçãos dos pais de ambos os cônjuges condenados a amarem-se até a morte, “na saúde e na doença; na alegria e na tristeza”.

Bom, nos dias em que não é mais surpresa para ninguém o declínio do casamento convencional, como instituição sagrada. O próprio autor revela que o livro teve início mais por uma questão pessoal do que por motivação acadêmica. Tentando entender seu próprio relacionamento, a princípio, teria se voltado para a vida destes artistas mais por uma questão pessoal do que acadêmica, confessa o autor. Foi quando percebeu que o material biográfico oficial sobre tais nomes, no que se referia a seus relacionamentos, perdia-se em clichês como o do infant terrible mulherengo e a esposa que, incapaz de lidar com os relacionamentos extraconjugais de seu homem, busca em outras aventuras uma compensação; ou a mesma história do ponto de vista feminino, substituindo o infant terrible por uma femme fatale, no caso. Quando muito, recorriam a justificativas como “eram artistas, cujos modos de vida excêntricos eram reflexos de suas condições”.

O autor preferiu explorar o quanto a maneira como tais casais levaram seus relacionamentos teve impacto na concepção da obra de ambas as partes. Daí a escolha desses nomes; todos eles, casais em que ambos eram artistas consagrados, mantiveram seus relacionamentos abertos e, embora tenham convivido com as conseqüências e desentendimentos, comuns em qualquer forma de relacionamentos – principalmente, quando abertos –, mantiveram-se duradouros.

Apesar do título escolhido para a tradução brasileira não dizer muita coisa – teria sido melhor traduzir literalmente o título original, The Love Lives of The Artists –, Amores Modernos, no mínimo, contribui com as biografias pessoais e criativas de seus personagens, através da perspectiva de seus relacionamentos.

As obras de todos os autores podem ser encontradas nas estantes do sebo Esquina Cultural. Faça uma visita.

 

Serviço:

 

Esquina Cultural

Endereço Rua Quintino Bocaiúva, 309 – Sé

São Paulo – SP

Tel.: (11) 3105-6714

Dorival Discos / Esquina Cultural

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Mundo Cristão – Bíblias de Estudo / Megaleitores

A Nova Versão Transformadora (NVT) resgata o prazer na leitura da Bíblia Sagrada,

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  • A Bíblia da Mulher Que Ora - Rosa
  • Bíblia Devocional do Casal - As Linguagens do Amor vemelha
  • Bíblia Devocional do Casal - As Linguagens do Amor
  • Bíblia de Transformação Pessoal - Luxo Marrom
  • Bíblia de Estudo Facilitado - vermelha Yancey,Philip Stafford, Tim
  • Bíblia de Estudo Desafios de Todo Homem - Verde - Ra
  • livro A Bíblia da Garota de Fé - Roxa
  • A Bíblia de Estudo Anotada - Expandida - Marrom Escuro Claro
  • Bíblia de Estudo - Perguntas & Resposta + Livro Grandes Eventos da Bíblia
  • livro biblia de estudos perguntas e respostas

Lista Fuvest 2017 – 2018 – Megaleitores

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Memórias póstumas de Brás Cubas ‐ Machado de Assis
O cortiço ‐ Aluísio Azevedo
A cidade e as serras ‐ Eça de QueirósF
Vidas secas ‐ Graciliano Ramos
Minha vida de menina ‐ Helena Morley
Claro enigma ‐ Carlos Drummond de Andrade
Sagarana ‐ João Guimarães Rosa
Mayombe ‐ Pepetela
Minha vida de menina – Helena Morley
Coração, Cabeça e Estômago – Camilo Castelo Branco
Caminhos Cruzados – Érico Veríssimo

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