Livro A Arte dos ociosos - Hermann Hesse

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formato 14 x 21 cm . brochura. livro usado em bom estado de conservação com as páginas amareladas devido ação do tempo leves desgastes nas bordas. Hermann Hesse sem dúvida está entre os maiores escritores da literatura mundial. Neste seu livro, estão reunidas cerca de oitenta crônicas e ensaios, um mais intrigante que outro, entre inúmeras cartas, escrito do início à metade do século passado. O autor retrata suas reflexões críticas sobre uma sociedade já tida como moderna na época, deixando claro sua oposição à modernidade, a sua contrariedade à industrialização e a sua aversão à ciência moderna, bem como sua antipatia ao Estado como educador. O Estado, a seu ver, cerceia a liberdade individual e sucumbe a criatividade humana, pois limita a ação e espontaneidade levando à falência qualquer tipo de arte, tornando a poesia ou a pintura sem inspiração. Hermann Hesse descreve se sentir sufocado pela falência cultural, se sentir esmagado pela indústria e a ciência moderna. Suas viagens imaginárias ou não ao longo de toda uma vida de escritor compenetrado num mundo mutável, denotam horrores pela modernidade e a indústria turística, pois esta como a pior de todas, substitui o natural pelo racional, o livre por guias e roteiros com hotéis de preços exorbitantes que ainda assim servem vinhos falsificados; substitui a apreciação do belo, pela natureza ecologicamente desfigurada, que dela guardarão apenas lembranças fugazes. Viajar é um estado de espírito, portando não deve ser induzido ou imposto, limitado ou conduzido. Ir significa ir mesmo, não ser levado. Em meio a isto tudo estão lembranças de sua infância, de sua índole briguenta na escola, de uma época em meia a epidemia de Tifo que sucumbia às dezenas toda espécie de gente; lembra-se ainda da viela pouco iluminada onde vivia, palco de bêbados, polícia mal aparelhada, homicídios e acontecimentos trágicos, entre os quais conviviam mulheres desgrenhadas e desleixadas. Retrata um escritor que na juventude aventurou-se a escrever poesia, mas que se frustrou pelo efêmero espírito poético. No entanto, a sorte mudaria quando depois de longos anos desfrutando de sucesso escrevendo comédias, teria sua pequena obra tornado relíquia, porém tarde demais, pois sua vida já havia sucumbido. Autor coerente, imponente, narra suas expectativas, experiências e um sôfrego desgosto por um século conturbado incluindo duas guerras mundiais. Para Hesse, arte é arte, devendo ser tratado como tal pelo artista ou por aquele que se propõe ser artista; não deve então se deixar influenciar pelo novo, moderno. A arte, a seu ver, é para os ociosos!

ISBN: 19730334


Código de Barras: 43303791


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Hermann Hesse


Título: A Arte dos ociosos


Editora: Record


Edição: 1ª Edição


Ano: 1973


Assunto: Literatura Estrangeira


Páginas: 335


Peso: 900 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 14 x 21 cm . brochura. livro usado em bom estado de conservação com as páginas amareladas devido ação do tempo leves desgastes nas bordas. Hermann Hesse sem dúvida está entre os maiores escritores da literatura mundial. Neste seu livro, estão reunidas cerca de oitenta crônicas e ensaios, um mais intrigante que outro, entre inúmeras cartas, escrito do início à metade do século passado. O autor retrata suas reflexões críticas sobre uma sociedade já tida como moderna na época, deixando claro sua oposição à modernidade, a sua contrariedade à industrialização e a sua aversão à ciência moderna, bem como sua antipatia ao Estado como educador. O Estado, a seu ver, cerceia a liberdade individual e sucumbe a criatividade humana, pois limita a ação e espontaneidade levando à falência qualquer tipo de arte, tornando a poesia ou a pintura sem inspiração. Hermann Hesse descreve se sentir sufocado pela falência cultural, se sentir esmagado pela indústria e a ciência moderna. Suas viagens imaginárias ou não ao longo de toda uma vida de escritor compenetrado num mundo mutável, denotam horrores pela modernidade e a indústria turística, pois esta como a pior de todas, substitui o natural pelo racional, o livre por guias e roteiros com hotéis de preços exorbitantes que ainda assim servem vinhos falsificados; substitui a apreciação do belo, pela natureza ecologicamente desfigurada, que dela guardarão apenas lembranças fugazes. Viajar é um estado de espírito, portando não deve ser induzido ou imposto, limitado ou conduzido. Ir significa ir mesmo, não ser levado. Em meio a isto tudo estão lembranças de sua infância, de sua índole briguenta na escola, de uma época em meia a epidemia de Tifo que sucumbia às dezenas toda espécie de gente; lembra-se ainda da viela pouco iluminada onde vivia, palco de bêbados, polícia mal aparelhada, homicídios e acontecimentos trágicos, entre os quais conviviam mulheres desgrenhadas e desleixadas. Retrata um escritor que na juventude aventurou-se a escrever poesia, mas que se frustrou pelo efêmero espírito poético. No entanto, a sorte mudaria quando depois de longos anos desfrutando de sucesso escrevendo comédias, teria sua pequena obra tornado relíquia, porém tarde demais, pois sua vida já havia sucumbido. Autor coerente, imponente, narra suas expectativas, experiências e um sôfrego desgosto por um século conturbado incluindo duas guerras mundiais. Para Hesse, arte é arte, devendo ser tratado como tal pelo artista ou por aquele que se propõe ser artista; não deve então se deixar influenciar pelo novo, moderno. A arte, a seu ver, é para os ociosos!

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