Livro Ao Sul do Corpo - Mary Del Priore

Ao Sul do Corpo
Ao Sul do Corpo

1 Disponível em estoque

formato 16 x 23 cm . brochura. “Ao Sul do Corpo”, de Mary del Priore, trata da história da mulher no período colonial, com base em documentos e fontes impressas entre os séculos XVI e XVIII. A obra aborda o papel das mulheres nessa sociedade em formação, que tinha funções muito definidas para o gênero feminino, buscando o enquadramento da sua sexualidade. Como nos diz a autora: “A história do adestramento feminino no interior da ética procriativa e do casamento foi também o percurso da vitimização da mulher. Submetida a um controle sexual permanente por parte da Igreja e da medicina, havia ainda que enfrentar os rígidos códigos sociais que incentivavam a fecundidade e reprimiam a esterilidade. Empurradas por tal ética, desprovidas de contraceptivos eficientes, crentes no lema de que ‘os filhos eram a riqueza do pobre’, as mulheres curvavam-se aos deveres sexuais e eram vítimas de partos e gestações muitas vezes fatais”. Mary nos conta um pouco de como era ser mãe naqueles tempos, de como as mulheres se preparavam para o parto, cuidavam de seus filhos e se encaixavam ou não no papel da “santa mãezinha” idealizado pela sociedade da época. Em uma terra de uniões passageiras, onde os homens estavam sempre em movimento, em busca de riquezas e novas paisagens, as mulheres, principalmente as mais pobres, enfrentavam a solidão e o abandono. Loja 3 Estante 20 Gaveta 6

ISBN: 8503004658


Código de Barras: 8503004658


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Mary Del Priore


Título: Ao Sul do Corpo


Editora: José olympio


Edição: 1ª Edição


Ano: 1993


Assunto: Sociologia


Páginas: 357


Peso: 900 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 16 x 23 cm . brochura. “Ao Sul do Corpo”, de Mary del Priore, trata da história da mulher no período colonial, com base em documentos e fontes impressas entre os séculos XVI e XVIII. A obra aborda o papel das mulheres nessa sociedade em formação, que tinha funções muito definidas para o gênero feminino, buscando o enquadramento da sua sexualidade. Como nos diz a autora: “A história do adestramento feminino no interior da ética procriativa e do casamento foi também o percurso da vitimização da mulher. Submetida a um controle sexual permanente por parte da Igreja e da medicina, havia ainda que enfrentar os rígidos códigos sociais que incentivavam a fecundidade e reprimiam a esterilidade. Empurradas por tal ética, desprovidas de contraceptivos eficientes, crentes no lema de que ‘os filhos eram a riqueza do pobre’, as mulheres curvavam-se aos deveres sexuais e eram vítimas de partos e gestações muitas vezes fatais”. Mary nos conta um pouco de como era ser mãe naqueles tempos, de como as mulheres se preparavam para o parto, cuidavam de seus filhos e se encaixavam ou não no papel da “santa mãezinha” idealizado pela sociedade da época. Em uma terra de uniões passageiras, onde os homens estavam sempre em movimento, em busca de riquezas e novas paisagens, as mulheres, principalmente as mais pobres, enfrentavam a solidão e o abandono. Loja 3 Estante 20 Gaveta 6

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