Livro O bibliotecário do imperador - Marco lucchesi

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formato 14 x 21 cm . brochura. livro em excelente estado de conservação; sem sinais de manuseio; texto limpo... 'O bibliotecário do imperador' não é um romance histórico típico. A narrativa muito ágil e cheia de referências montada por Lucchesi funciona como um jogo, em que personagens reais, como Ignácio e Pedro II, se misturam a figuras fictícias, como o barão de Jurujuba. O leitor é convidado a percorrer um fluxo de muitas vozes, no qual é tão difícil quanto fascinante discernir o que é dado real e o que é ficção. Lucchesi tira partido da metalinguagem - o livro é aberto por uma nota de um suposto revisor, que critica o autor. Logo depois dela, vemos uma carta de Ignácio Augusto para Adriano Ferreira, um de seus desafetos. Este documento, que não se sabe se realidade ou ficção, tem a assinatura fac-similada do bibliotecário, pesquisada por Lucchesi em documentos da Biblioteca Nacional e do Museu Imperial de Petrópolis. O narrador de 'O bibliotecário do imperador' só entra em cena depois destas duas intervenções. Ele avisa ao leitor que precisa percorrer um 'labirinto de cartas e insultos' para contar sua história e chega a discutir com os personagens ao longo dos capítulos... E16 G1 Piso 5

ISBN: 852505531


Código de Barras: 9788525055316


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Marco lucchesi


Título: O bibliotecário do imperador


Editora: Biblioteca Azul


Ano: 2013


Assunto: Literatura Brasileira


Páginas: 112


Peso: 350 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 14 x 21 cm . brochura. livro em excelente estado de conservação; sem sinais de manuseio; texto limpo... 'O bibliotecário do imperador' não é um romance histórico típico. A narrativa muito ágil e cheia de referências montada por Lucchesi funciona como um jogo, em que personagens reais, como Ignácio e Pedro II, se misturam a figuras fictícias, como o barão de Jurujuba. O leitor é convidado a percorrer um fluxo de muitas vozes, no qual é tão difícil quanto fascinante discernir o que é dado real e o que é ficção. Lucchesi tira partido da metalinguagem - o livro é aberto por uma nota de um suposto revisor, que critica o autor. Logo depois dela, vemos uma carta de Ignácio Augusto para Adriano Ferreira, um de seus desafetos. Este documento, que não se sabe se realidade ou ficção, tem a assinatura fac-similada do bibliotecário, pesquisada por Lucchesi em documentos da Biblioteca Nacional e do Museu Imperial de Petrópolis. O narrador de 'O bibliotecário do imperador' só entra em cena depois destas duas intervenções. Ele avisa ao leitor que precisa percorrer um 'labirinto de cartas e insultos' para contar sua história e chega a discutir com os personagens ao longo dos capítulos... E16 G1 Piso 5

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