Livro Cante lá que eu canto cá - filosofia de um trovador nordestino - Patativa do Assaré

Cante lá que eu canto cá - filosofia de um trovador nordestino

formato 14 x 21 cm . brochura. O homem do sertão é decadente no seu modo próprio de ser e de experimentar as durezas, injustiças e alegrias do seu viver. Tanto na poesia como na linguagem, a "filosofia" nordestina está presente. As poesias de Patativa do Assaré representam o que há de mais puro na expressão do “mundo do sertão”. Algumas são escritas no que o próprio autor qualifica de linguagem cabocla, o linguajar da rude gente sertaneja, tão crivado de erros, mutilações e acréscimos, de permutas e transposições que os vocábulos, com frequência, parecem desfigurar-se completamente. Mas, no dizer de Arraes de Alencar, tais adulterações constituem uma fonte inesgotável de ensinamentos no estudo do idioma, na apreensão de sua índole, mostrando-lhe o gênio e as tendências, em toda a liberdade, em toda a sua natural desenvoltura. (Trecho da obra) Antônio Gonçalves da Silva nasceu a 5 de março de 1909 na Serra de Santana, pequena propriedade rural, no município de Assaré, no sul do Ceará. Segundo filho de Pedro Gonçalves da Silva e Maria Pereira da Silva. Casado com D. Belinha, teve nove filhos. Publicou Inspiração nordestina, em 1956, e Cantos de Patativa, em 1966. Em 1970, Figueiredo Filho publicou seus poemas comentados: Patativa do Assaré. Inúmeros folhetos de cordel e poemas publicados em revistas e jornais. Sua obra passou a ser estudada na Sorbonne de Paris, na cadeira de literatura Popular Universal. Patativa do Assaré faleceu em julho de 2002, aos 93 anos de idade.

ISBN: 8532607403


Código de Barras: 9788532607409


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Patativa do Assaré


Título: Cante lá que eu canto cá - filosofia de um trovador nordestino


Editora: Vozes


Edição: 8ª Edição


Ano: 2004


Assunto: Poesia


Páginas: 355


Peso: 900 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 14 x 21 cm . brochura. O homem do sertão é decadente no seu modo próprio de ser e de experimentar as durezas, injustiças e alegrias do seu viver. Tanto na poesia como na linguagem, a "filosofia" nordestina está presente. As poesias de Patativa do Assaré representam o que há de mais puro na expressão do “mundo do sertão”. Algumas são escritas no que o próprio autor qualifica de linguagem cabocla, o linguajar da rude gente sertaneja, tão crivado de erros, mutilações e acréscimos, de permutas e transposições que os vocábulos, com frequência, parecem desfigurar-se completamente. Mas, no dizer de Arraes de Alencar, tais adulterações constituem uma fonte inesgotável de ensinamentos no estudo do idioma, na apreensão de sua índole, mostrando-lhe o gênio e as tendências, em toda a liberdade, em toda a sua natural desenvoltura. (Trecho da obra) Antônio Gonçalves da Silva nasceu a 5 de março de 1909 na Serra de Santana, pequena propriedade rural, no município de Assaré, no sul do Ceará. Segundo filho de Pedro Gonçalves da Silva e Maria Pereira da Silva. Casado com D. Belinha, teve nove filhos. Publicou Inspiração nordestina, em 1956, e Cantos de Patativa, em 1966. Em 1970, Figueiredo Filho publicou seus poemas comentados: Patativa do Assaré. Inúmeros folhetos de cordel e poemas publicados em revistas e jornais. Sua obra passou a ser estudada na Sorbonne de Paris, na cadeira de literatura Popular Universal. Patativa do Assaré faleceu em julho de 2002, aos 93 anos de idade.

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