Livro Espinosa Sem Saída - Luiz Alfredo Garcia-Roza

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formato 13 x 21 cm . brochura. livro usado com nome escrito à caneta na primeira página. em bom estado de conservação com as páginas amareladas devido ação do tempo leves desgastes nas bordas... Nova edição do quinto livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza protagonizado pelo delegado Espinosa, que agora precisa distinguir os fatos da imaginação, separando a realidade do delírio. O psiquiatra de um hospital universitário sente-se perseguido pum jovem paciente. O sentimento de perseguição aumenta a cada dia e passa a ser vivido poutras pessoas ligadas ao médico. Misteriosamente, o paciente desaparece e, depois de alguns meses, é dado como morto. A essa morte seguem-se outras, sem que se possa determinar quem está sendo perseguido e quem é o perseguidor. Tampouco é possível concluir com clareza se as pessoas morreram de morte natural ou se foram assassinadas. Em meio a essa trama, o delegado Espinosa tenta separar o que é real do que é fantasia, tendo como guia apenas a convicção de que a morte não é um delírio.

ISBN: 8535909397


Código de Barras: 9788535909395


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor:Luiz Alfredo Garcia-Roza


Título: Espinosa Sem Saída


Editora:Compainha das letras


Edição: 1ª Edição


Ano: 2006


Assunto:Literatura Brasileira


Páginas: 210


Peso: 900 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 13 x 21 cm . brochura. livro usado com nome escrito à caneta na primeira página. em bom estado de conservação com as páginas amareladas devido ação do tempo leves desgastes nas bordas... Nova edição do quinto livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza protagonizado pelo delegado Espinosa, que agora precisa distinguir os fatos da imaginação, separando a realidade do delírio. O psiquiatra de um hospital universitário sente-se perseguido pum jovem paciente. O sentimento de perseguição aumenta a cada dia e passa a ser vivido poutras pessoas ligadas ao médico. Misteriosamente, o paciente desaparece e, depois de alguns meses, é dado como morto. A essa morte seguem-se outras, sem que se possa determinar quem está sendo perseguido e quem é o perseguidor. Tampouco é possível concluir com clareza se as pessoas morreram de morte natural ou se foram assassinadas. Em meio a essa trama, o delegado Espinosa tenta separar o que é real do que é fantasia, tendo como guia apenas a convicção de que a morte não é um delírio.