Livro Vida, o filme - Neal Gabler

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formato 14 x 21 cm . brochura. livro usado em bom estado de conservação com as páginas amareladas devido ação do tempo leves desgastes nas bordas... Fantasia e realidade: houve um tempo em que essas duas esferas eram claramente distintas. POrém, na segunda metade do século XX, graças sobretudo aos novos meios de comunicação como o cinema e a televisão, a distância entre ficção e realidade foi sendo abolida aos poucos. HOje é difícil dizer por onde passa a linha demarcadora entre o que seriam aspectos genuínos e espontâneos da vida e aqueles resultantes de manipulações de toda espécie.A Transformação da própria vida numa forma de espetáculo e entretenimento é o tema do crítico da cultura Neal Gabler. PAra ele, trata-se da mudança cultural isolada mais importante do século XX nos Estados Unidos (e, evidentemente, em todas as sociedades influenciadas pela cultura americana), pois nós todos nos tornamos ao mesmo tempo protagonistas e espectadores de um grandioso espetáculo que nunca sai do ar, um show muito mais rico, complexo e interessante do que os produzidos pelos meios de comunicação convencionais.O Uso de técnicas teatrais na política, na religião, na educação, na literatura, no comércio, na guerra - em suma, em todos os campos da nossa existência - fez com que essas esferas se tornassem ramos da indústria de entretenimento, submetidos à lógica narrativa e ao principal objetivo dessa indústria, ou seja, cativar um público e mantê-lo satisfeito. EIs o grande paradigma da atualidade. AO estudá-lo, Gabler lança luz sobre alguns dos mecanismos sociais mais intrigantes das últimas décadas - como o culto das celebridades, a avassaladora influência do cinema no modo como as pessoas vêem o mundo e suas vidas, a proliferação desenfreada de imagens e estilos de vida, a abolição da fronteira entre arte erudita e arte popular, a substituição da ética do trabalho pela busca incessante de uma recriação imaginária da própria vida.

ISBN: 857164957


Código de Barras: 9788571649576


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor:Neal Gabler


Título: Vida, o filme


Editora:Companhia das Letras


Edição: 1ª Edição


Ano: 1999


Assunto:Cinema


Páginas: 293


Peso: 900 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 14 x 21 cm . brochura. livro usado em bom estado de conservação com as páginas amareladas devido ação do tempo leves desgastes nas bordas... Fantasia e realidade: houve um tempo em que essas duas esferas eram claramente distintas. POrém, na segunda metade do século XX, graças sobretudo aos novos meios de comunicação como o cinema e a televisão, a distância entre ficção e realidade foi sendo abolida aos poucos. HOje é difícil dizer por onde passa a linha demarcadora entre o que seriam aspectos genuínos e espontâneos da vida e aqueles resultantes de manipulações de toda espécie.A Transformação da própria vida numa forma de espetáculo e entretenimento é o tema do crítico da cultura Neal Gabler. PAra ele, trata-se da mudança cultural isolada mais importante do século XX nos Estados Unidos (e, evidentemente, em todas as sociedades influenciadas pela cultura americana), pois nós todos nos tornamos ao mesmo tempo protagonistas e espectadores de um grandioso espetáculo que nunca sai do ar, um show muito mais rico, complexo e interessante do que os produzidos pelos meios de comunicação convencionais.O Uso de técnicas teatrais na política, na religião, na educação, na literatura, no comércio, na guerra - em suma, em todos os campos da nossa existência - fez com que essas esferas se tornassem ramos da indústria de entretenimento, submetidos à lógica narrativa e ao principal objetivo dessa indústria, ou seja, cativar um público e mantê-lo satisfeito. EIs o grande paradigma da atualidade. AO estudá-lo, Gabler lança luz sobre alguns dos mecanismos sociais mais intrigantes das últimas décadas - como o culto das celebridades, a avassaladora influência do cinema no modo como as pessoas vêem o mundo e suas vidas, a proliferação desenfreada de imagens e estilos de vida, a abolição da fronteira entre arte erudita e arte popular, a substituição da ética do trabalho pela busca incessante de uma recriação imaginária da própria vida.