Livro Os reinos dos cronistas medievais - Susani silveira lemos frança

Os reinos dos cronistas medievais
Os reinos dos cronistas medievais

1 Disponível em estoque

formato 14 x 21 cm . brochura. Os três primeiros cronistas-mores portugueses, profissionais da história a serviço da Coroa, mais do que ordenar um conjunto disperso de fontes apenas para sistematizar e preservar o passado, foram antes responsáveis por construí-lo e legitimá-lo. Instalados num posto de prestígio, como era o de cronista e guarda-mor da Torre do Tombo, esses homens encontraram aí as condições e os instrumentos adequados para escrever o passado, fundando-se na tradição historiográfica greco-romana, na tradição historiográfica em romance, em textos de caráter religioso, doutrinário e filosófico e em documentos oficiais. Desse manancial retiram, em linhas gerais, a inspiração conceitual e metodológica do seu fazer histórico, e nesse mesmo manancial e em outras fontes, como a experiência que vivenciam e testemunhos diversos, recolhem os dados que compõem os seus escritos e os fundamentos para interpretar o mundo. A cronística de Fernão Lopes, Zurara e Rui de Pina rondou os reis e os nobres ou centrou-se neles. No universo desses cronistas, o governante, a governação e as suas estruturas eram, por excelência, a razão de ser da história. Assim, as crônicas procuraram, de um lado, traduzir as aspirações do poder ao qual serviram, de outro, construir a imagem desse poder através da retrospectiva do passado inspirada no presente.... E9 G1 Piso5

ISBN: 8574196673


Código de Barras: 9788574196671


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Susani silveira lemos frança


Título: Os reinos dos cronistas medievais


Editora: Annablume


Ano: 2007


Assunto: Crítica Literária


Páginas: 232


Peso: 500 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 14 x 21 cm . brochura. Os três primeiros cronistas-mores portugueses, profissionais da história a serviço da Coroa, mais do que ordenar um conjunto disperso de fontes apenas para sistematizar e preservar o passado, foram antes responsáveis por construí-lo e legitimá-lo. Instalados num posto de prestígio, como era o de cronista e guarda-mor da Torre do Tombo, esses homens encontraram aí as condições e os instrumentos adequados para escrever o passado, fundando-se na tradição historiográfica greco-romana, na tradição historiográfica em romance, em textos de caráter religioso, doutrinário e filosófico e em documentos oficiais. Desse manancial retiram, em linhas gerais, a inspiração conceitual e metodológica do seu fazer histórico, e nesse mesmo manancial e em outras fontes, como a experiência que vivenciam e testemunhos diversos, recolhem os dados que compõem os seus escritos e os fundamentos para interpretar o mundo. A cronística de Fernão Lopes, Zurara e Rui de Pina rondou os reis e os nobres ou centrou-se neles. No universo desses cronistas, o governante, a governação e as suas estruturas eram, por excelência, a razão de ser da história. Assim, as crônicas procuraram, de um lado, traduzir as aspirações do poder ao qual serviram, de outro, construir a imagem desse poder através da retrospectiva do passado inspirada no presente.... E9 G1 Piso5

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