Livro Memorial de aires - Machado de Assis

Memorial de aires
Memorial de aires

formato 14 x 21 cm . brochura. livro usado em ótimo estado de conservação; páginas limpas; miolo firme;.. “Memorial de Aires” foi o último romance de Machado de Assis, publicado em 1908, mesmo ano de sua morte. Recomendável para os que já amam Machado. Pois sua beleza maior está em ser o término de uma vida de narrativas, o verso final proferido pelos lábios moribundos do poeta, o desfecho, o lacre, a tampa do caixão. Para mim, que já o amo, esse livro trouxe um profundo sabor de velhice, de saudades irreconciliáveis, de uma ternura cansada pelos achaques da idade, mas de modo algum vencida, uma ternura essencial que parece o tesouro maior que o autor salvou para o último de seus livros. Pela estrutura é muito semelhante a “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, com uma diferença crucial: aqui não há veneno. É como se o Conselheiro Aires (já presente em “Esaú e Jacó”), aposentado das exigências da vida diplomática, estivesse cansado do olhar crítico e da ironia, preferindo enxergar e contar o bem onde antes fazia questão de tecer o mal. O resultado é um livro suave, ameno, um pouco triste e monótono também. Exatamente como imaginamos a velhice. e3g2p4 +2n

ISBN: 9727000932


Código de Barras: 9727000932


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Machado de Assis


Título: Memorial de aires


Editora: Universitaria


Ano: 1997


Assunto: Literatura Brasileira


Páginas: 160


Peso: 400 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 14 x 21 cm . brochura. livro usado em ótimo estado de conservação; páginas limpas; miolo firme;.. “Memorial de Aires” foi o último romance de Machado de Assis, publicado em 1908, mesmo ano de sua morte. Recomendável para os que já amam Machado. Pois sua beleza maior está em ser o término de uma vida de narrativas, o verso final proferido pelos lábios moribundos do poeta, o desfecho, o lacre, a tampa do caixão. Para mim, que já o amo, esse livro trouxe um profundo sabor de velhice, de saudades irreconciliáveis, de uma ternura cansada pelos achaques da idade, mas de modo algum vencida, uma ternura essencial que parece o tesouro maior que o autor salvou para o último de seus livros. Pela estrutura é muito semelhante a “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, com uma diferença crucial: aqui não há veneno. É como se o Conselheiro Aires (já presente em “Esaú e Jacó”), aposentado das exigências da vida diplomática, estivesse cansado do olhar crítico e da ironia, preferindo enxergar e contar o bem onde antes fazia questão de tecer o mal. O resultado é um livro suave, ameno, um pouco triste e monótono também. Exatamente como imaginamos a velhice. e3g2p4 +2n

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