Livro O riso - Henri Bergson

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formato 13 x 19 cm . brochura. livro usado em ótimo estado de conservação com as páginas limpas; texto limpo...133 Favoritos (8)Desejados (32)Trocam (0)Avaliaram (53) O que significa riso? O que há no fundo do risível? O que haveria de comum entre uma careta de palhaço, um jogo de palavras, um qüiproquó de vaudeville, uma cena de comédia fina? Que destilação nos dará a essência, sempre a mesma, da qual tantos diferentes produtos extraem indiscreto odou delicado perfume? Os maiores pensadores, desde Aristóteles, estiveram às voltas com esse probleminha, que se sempre se esquiva aos esforços, escorrega, escapa e ressurge, impertinente desafio lançado à especulação filosófica. Nossa escusa, para abordar o problema, é que não teremos em vista encerrar a invenção cômica numa definição. Vemos nela, acima de tudo, algo vivo. Pmais ligeira que seja, nós a trataremos com o respeito que se deve à vida. Razoável, a seu modo, até em seus maiores desvios, metódica em sua loucura, sonhadora, se me permitem, mas capaz de evocar em sonhos visões que são prontamente aceitas e compreendidas ptoda uma sociedade , pque a invenção cômica não nos daria informações sobre os procedimentos de trabalho da imaginação humana e, mais particularmente... e1 g2 piso 4

ISBN: 9788533624009


Código de Barras: 9788533624009


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor:Henri Bergson


Título: O riso


Editora:Martins fontes


Ano: 2007


Assunto:Filosofia


Páginas: 152


Peso: 290 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 13 x 19 cm . brochura. livro usado em ótimo estado de conservação com as páginas limpas; texto limpo...133 Favoritos (8)Desejados (32)Trocam (0)Avaliaram (53) O que significa riso? O que há no fundo do risível? O que haveria de comum entre uma careta de palhaço, um jogo de palavras, um qüiproquó de vaudeville, uma cena de comédia fina? Que destilação nos dará a essência, sempre a mesma, da qual tantos diferentes produtos extraem indiscreto odou delicado perfume? Os maiores pensadores, desde Aristóteles, estiveram às voltas com esse probleminha, que se sempre se esquiva aos esforços, escorrega, escapa e ressurge, impertinente desafio lançado à especulação filosófica. Nossa escusa, para abordar o problema, é que não teremos em vista encerrar a invenção cômica numa definição. Vemos nela, acima de tudo, algo vivo. Pmais ligeira que seja, nós a trataremos com o respeito que se deve à vida. Razoável, a seu modo, até em seus maiores desvios, metódica em sua loucura, sonhadora, se me permitem, mas capaz de evocar em sonhos visões que são prontamente aceitas e compreendidas ptoda uma sociedade , pque a invenção cômica não nos daria informações sobre os procedimentos de trabalho da imaginação humana e, mais particularmente... e1 g2 piso 4