Livro As lembranças que não se apagam ( quase memórias) - Wilson Luiz Sanvito

As lembranças que não se apagam ( quase memórias)

As lembranças que não se apagam (quase memórias) não é um mero livro de memórias recuperadas, mas a montagem de um texto instigante para fazer o leitor refletir sobre o ser humano o mundo. As vezes poético, outras vezes filosófico, às vezes racional, outras vezes utópico, vezes factual, outras vezes conceitual, às vezes sarcástico, vezes outras ingênuo, às vezes ordenado, outras vezes contraditório... o autor vai traçando um vasto painel da aventura humana. Como um espelho, o texto vai refletindo o mundo lógico/ilógico do nosso dia-a-dia.Embora o autor não tenha a pretensão de transformar o mundo, ele não resiste à tentação de transcrever a parábola que se segue: Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava decidido a encontrar meios para minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para as suas dúvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário em busca de lazer e distração. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou convencer o filho a ir brincar em outro lugar. Percebendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse distraí-lo. De repente deparou-se com uma revista e encontrou numa página, muito colorida, o mapa do mundo. lsto servia para os seus propósitos. Com o auxílio de uma tesoura recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo Você gosta de quebra-cabeças? Pois vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho. Faça tudo sozinho.Isto posto, calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Pouco tempo depois ouviu a voz do filho que o chamava calmamente: - Pai pai, já fiz tudo. Consegui fazer o que o senhor me pediu. A principio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, recompor um mapa que jamais havia visto. Realmente, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria o trabalho próprio de uma criança. Mas para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido encaixados nos seus devidos lugares. Como foi possível? Você não conhece o mundo meu filho, como conseguiu? Pai eu não conheço o mundo, mas quando você tirou a página da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Tentei consertar o mundo, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sei como é. Quando finalmente consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo! A mensagem da parábola é auto explicativa. formato 14 x 21 cm . brochura. loja 1 -prédio - primeiro andar- crônica brasileira

ISBN: 9788538800248


Código de Barras: 9788538800248


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Wilson Luiz Sanvito


Título: As lembranças que não se apagam ( quase memórias)


Editora: Editora Atheneu


Edição: 1ª Edição


Ano: 2009


Assunto: Literatura Brasileira


Páginas: 296


Peso: 900 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

As lembranças que não se apagam (quase memórias) não é um mero livro de memórias recuperadas, mas a montagem de um texto instigante para fazer o leitor refletir sobre o ser humano o mundo. As vezes poético, outras vezes filosófico, às vezes racional, outras vezes utópico, vezes factual, outras vezes conceitual, às vezes sarcástico, vezes outras ingênuo, às vezes ordenado, outras vezes contraditório... o autor vai traçando um vasto painel da aventura humana. Como um espelho, o texto vai refletindo o mundo lógico/ilógico do nosso dia-a-dia.Embora o autor não tenha a pretensão de transformar o mundo, ele não resiste à tentação de transcrever a parábola que se segue: Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava decidido a encontrar meios para minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para as suas dúvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário em busca de lazer e distração. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou convencer o filho a ir brincar em outro lugar. Percebendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse distraí-lo. De repente deparou-se com uma revista e encontrou numa página, muito colorida, o mapa do mundo. lsto servia para os seus propósitos. Com o auxílio de uma tesoura recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo Você gosta de quebra-cabeças? Pois vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho. Faça tudo sozinho.Isto posto, calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Pouco tempo depois ouviu a voz do filho que o chamava calmamente: - Pai pai, já fiz tudo. Consegui fazer o que o senhor me pediu. A principio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, recompor um mapa que jamais havia visto. Realmente, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria o trabalho próprio de uma criança. Mas para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido encaixados nos seus devidos lugares. Como foi possível? Você não conhece o mundo meu filho, como conseguiu? Pai eu não conheço o mundo, mas quando você tirou a página da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Tentei consertar o mundo, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sei como é. Quando finalmente consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo! A mensagem da parábola é auto explicativa. formato 14 x 21 cm . brochura. loja 1 -prédio - primeiro andar- crônica brasileira

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