Livro Espaços Fechados e Cidades - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Eda Maria Góes

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formato 18 x 25 cm . brochura. livro usado em bom estado de conservação com as páginas amareladas devido ação do tempo leves desgastes nas bordas... O espaço não é mero coadjuvante, mas determinante das demais dimensões da vida urbana, como a social, a econômica, a política e a cultural. A partir dessa visão, as autoras desta obra foram investigar as causas e consequências da implantação de condomínios fechados residenciais de acesso controlado nas cidades paulistas. Elas examinaram o fenômeno em três cidades médias (Presidente Prudente, Marília e São Carlos), considerando a hipótese de que a tendência de segregação está se expandindo e aprofundando, principalmente em consequência da percepção da insegurança urbana. Se tal percepção é conseqüência, principalmente, da influência da mídia e dos discursos políticos, como a obra sugere, a autossegregação e o alheamento decorrentes desse estilo de morar provocam mudanças profundas na vida dos que optam pelo isolamento e na própria dinâmica das cidades. Estas passam a se fragmentar e terminam por perder sua característica primordial, a de serem espaços de contato com a diversidade. O estudo demonstra que os condomínios fechados influenciam ainda a tendência de expansão dos tecidos urbanos, fato verificado nas três cidades avaliadas

ISBN: 9788539304929


Código de Barras: 9788539304929


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor:Maria Encarnação Beltrão Sposito e Eda Maria Góes


Título: Espaços Fechados e Cidades


Editora:Unesp


Edição: 1ª Edição


Ano: 2013


Assunto:Sociologia


Páginas: 359


Peso: 900 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 18 x 25 cm . brochura. livro usado em bom estado de conservação com as páginas amareladas devido ação do tempo leves desgastes nas bordas... O espaço não é mero coadjuvante, mas determinante das demais dimensões da vida urbana, como a social, a econômica, a política e a cultural. A partir dessa visão, as autoras desta obra foram investigar as causas e consequências da implantação de condomínios fechados residenciais de acesso controlado nas cidades paulistas. Elas examinaram o fenômeno em três cidades médias (Presidente Prudente, Marília e São Carlos), considerando a hipótese de que a tendência de segregação está se expandindo e aprofundando, principalmente em consequência da percepção da insegurança urbana. Se tal percepção é conseqüência, principalmente, da influência da mídia e dos discursos políticos, como a obra sugere, a autossegregação e o alheamento decorrentes desse estilo de morar provocam mudanças profundas na vida dos que optam pelo isolamento e na própria dinâmica das cidades. Estas passam a se fragmentar e terminam por perder sua característica primordial, a de serem espaços de contato com a diversidade. O estudo demonstra que os condomínios fechados influenciam ainda a tendência de expansão dos tecidos urbanos, fato verificado nas três cidades avaliadas