Livro Políticas do medo - Eduardo colombo. ronald creagh, heloisa castellanos, j. p. garnier

Políticas do medo
Políticas do medo

formato 12 x 20 cm . brochura. livro novo... Considerar os comportamentos como atitudes positivas ou negativas, próprias aos indivíduos e aos grupos (atitudes coletivas), permite-nos prestar atenção ao tratamento social das emoções. As atitudes são adquiridas ao longo da vida, todavia, mais fortemente na infância e na juventude, sob a pressão dos grupos de pertencimento- a família, a escola. Os bandos de adolescentes, os grupos profissionais etc. A formação das atitudes é assim submetida á aço constante das instâncias de Poder e aos aparelhos de estado. O controle do poder político sobre a modulação da informação ou da desinformação que chega ao domínio público, e a ação cotidiana dos meios de comunicação de massas sobre o arranjo, a canalização e o controle da opinião da população, não são suficientes. Aqueles que dominam devem aplicar-se com ardor a ligar as emoções, e basicamente o medo, á fabricação de um objeto que seja uma figura de alteridade- o imigrante, as classes perigosas, o marginal, o delinqüente, o louco, segundo as necessidades ou as possibilidades da época. Eles devem fazê-lo porque as emoções coletivas são perigosas se elas fixam-se sobre objetos que escapavam do controle do poder político. . e16 g5 piso5 / +3N

ISBN: 9788568115084


Código de Barras: 9788568115084


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Eduardo colombo. ronald creagh, heloisa castellanos, j. p. garnier


Título: Políticas do medo


Editora: Intermezzo


Ano: 2015


Assunto: Sociologia


Páginas: 96


Peso: 300 gramas


Conservação: Produto Novo



Descrição

formato 12 x 20 cm . brochura. livro novo... Considerar os comportamentos como atitudes positivas ou negativas, próprias aos indivíduos e aos grupos (atitudes coletivas), permite-nos prestar atenção ao tratamento social das emoções. As atitudes são adquiridas ao longo da vida, todavia, mais fortemente na infância e na juventude, sob a pressão dos grupos de pertencimento- a família, a escola. Os bandos de adolescentes, os grupos profissionais etc. A formação das atitudes é assim submetida á aço constante das instâncias de Poder e aos aparelhos de estado. O controle do poder político sobre a modulação da informação ou da desinformação que chega ao domínio público, e a ação cotidiana dos meios de comunicação de massas sobre o arranjo, a canalização e o controle da opinião da população, não são suficientes. Aqueles que dominam devem aplicar-se com ardor a ligar as emoções, e basicamente o medo, á fabricação de um objeto que seja uma figura de alteridade- o imigrante, as classes perigosas, o marginal, o delinqüente, o louco, segundo as necessidades ou as possibilidades da época. Eles devem fazê-lo porque as emoções coletivas são perigosas se elas fixam-se sobre objetos que escapavam do controle do poder político. . e16 g5 piso5 / +3N

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