Livro Filosofia, aprendizagem, experiência - Walter Kohan e siomara borba (orgs.)

Filosofia, aprendizagem, experiência
Filosofia, aprendizagem, experiência

formato 16 x 23 cm . brochura. livro usado em ótimo estado de conservação; leves sinais de manuseio; páginas limpas; miolo firme;... A obrigatoriedade do ensino de filosofia como disciplina nas três séries do Ensino Médio brasileiro faz renascer objeções: não haveria professores de filosofia suficientes ou bem formados; ela seria uma disciplina elevada demais para os alunos; a filosofia seria menos útil ou atual que a ciência ou a tecnologia... Muitos contra-argumentos apresentados para defender a filosofia não esclarecem a questão: ela iria lograr, como se fosse mágica e dona exclusiva do pensamento, a formação de cidadãos críticos, responsáveis ou democráticos. Ou então ela conseguiria, em termos muito próximos do discurso publicitário, formar seres criativos. Os textos que compõem o presente livro não oferecem respostas rápidas ou fáceis. Não estão escritos a favor ou contra ou para convencer ninguém, mas ajudam a pensar algumas questões básicas, cruciais, que qualquer interessado na filosofia deveria se colocar para pensar seus alcances educacionais. Embora as posições aqui apresentadas sejam diversas, algumas conclusões interessantes podem ser extraídas: não é evidente ou certo que a filosofia possa ser ensinada, muito menos numa instituição como a escola, que a maioria dos jovens freqüenta porque deve fazê-lo, mas não encontra sentido algum nela com os dramáticos problemas que tem a escola brasileira atual, em particular a escola pública. E também não é seguro que ela possa ser aprendida, porque não há como garantir uma relação afetiva com o pensamento, num contexto em que o pensar não é estimulado nem valorizado. A conclusão é paradoxal: embora incerto, o ensino de filosofia é também imperativo, pelo menos para todos aqueles que pensam que a filosofia tem um compromisso insubstituível com a vida, com a transformação do que se pensa e do que se sabe para, digamo-lo com Nietzsche, poder tornar-se o que se é. e3g2p4 +10n

ISBN: 9788575263464


Código de Barras: 9788575263464


Origem: Nacional


Idioma: Português


Categoria: Livros


Autor: Walter Kohan e siomara borba (orgs.)


Título: Filosofia, aprendizagem, experiência


Editora: Autentica


Edição: 1ª Edição


Ano: 2008


Assunto: Filosofia


Páginas: 360


Peso: 500 gramas


Conservação: Produto Usado



Descrição

formato 16 x 23 cm . brochura. livro usado em ótimo estado de conservação; leves sinais de manuseio; páginas limpas; miolo firme;... A obrigatoriedade do ensino de filosofia como disciplina nas três séries do Ensino Médio brasileiro faz renascer objeções: não haveria professores de filosofia suficientes ou bem formados; ela seria uma disciplina elevada demais para os alunos; a filosofia seria menos útil ou atual que a ciência ou a tecnologia... Muitos contra-argumentos apresentados para defender a filosofia não esclarecem a questão: ela iria lograr, como se fosse mágica e dona exclusiva do pensamento, a formação de cidadãos críticos, responsáveis ou democráticos. Ou então ela conseguiria, em termos muito próximos do discurso publicitário, formar seres criativos. Os textos que compõem o presente livro não oferecem respostas rápidas ou fáceis. Não estão escritos a favor ou contra ou para convencer ninguém, mas ajudam a pensar algumas questões básicas, cruciais, que qualquer interessado na filosofia deveria se colocar para pensar seus alcances educacionais. Embora as posições aqui apresentadas sejam diversas, algumas conclusões interessantes podem ser extraídas: não é evidente ou certo que a filosofia possa ser ensinada, muito menos numa instituição como a escola, que a maioria dos jovens freqüenta porque deve fazê-lo, mas não encontra sentido algum nela com os dramáticos problemas que tem a escola brasileira atual, em particular a escola pública. E também não é seguro que ela possa ser aprendida, porque não há como garantir uma relação afetiva com o pensamento, num contexto em que o pensar não é estimulado nem valorizado. A conclusão é paradoxal: embora incerto, o ensino de filosofia é também imperativo, pelo menos para todos aqueles que pensam que a filosofia tem um compromisso insubstituível com a vida, com a transformação do que se pensa e do que se sabe para, digamo-lo com Nietzsche, poder tornar-se o que se é. e3g2p4 +10n

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